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Férias e Medicamentos
06.08.2015

Férias e Medicamentos

É tempo de férias. A fim de prevenir pequenos imprevistos é importante que os viajantes transportem consigo uma pequena farmácia de viagem.

A Farmácia de Viagem deve ser elaborada em função do destino, do número de pessoas que viajam juntas, do tempo de viagem e da companhia ou não de crianças.

Na exposição solar é imprescindível a aplicação de protectores adequados à exposição e tipo de pele. Como consequência da axposição solar, caso surja eritema, é aconselhado o recurso a filtros activos calmantes, epitelizantes, cicatrizantes, emolientes e hidratantes sob a forma de loções e cremes de aplicação pós-solar.

No caso de feridas - arranhões, golpes, bolhas, e queimaduras, recomenda-se ter acessíveis produtos como anti-sépticos, material de penso e acessórios (tesoura) que ajudem a resolver qualquer pequeno acidente.

Para a dor ligeira a moderada - menstrual, muscular (decorrente ou não de um estado gripal ou constipação), de cabeça, de ouvidos, de dentes - e febre, recomendam-se medicamentos analgésicos, antipiréticos e

Não esquecer que é sempre importante levar um termómetro em viagem.

CUIDADOS A TER EM VIAGEM

  • Fazer um planeamento atempado da viagem. Este deve contemplar medidas adequadas que permitam prevenir eventuais riscos associados às viagens. Em alguns casos pode colocar-se a necessidade de aconselhamento médico;
  • Assegurar que o doente leva a quantidade necessária de medicamentos de acordo com a duração da viagem, incluindo mesmo doses extras, no caso de um imprevisto e de ter de ficar mais dias no destino;
  • Levar uma receita médica, na qual devem constar os nomes genéricos dos medicamentos e respectivas doses, formas farmacêuticas e posologia associada, assim como uma lista com toda a medicação que o doente está a tomar.
  • Pode ser necessário levar uma declaração médica que ateste a necessidade dos medicamentos ou seringas que transporta, para eventual apresentação às autoridades portuárias;
  • Viagens que atravessam mais do que quatro fusos horários implicam alterações ao horário de toma dos medicamentos (aspecto particularmente sensível no caso de alguns medicamentos, como as insulinas). Este procedimento pode ser facilitado se o doente mantiver o relógio no horário do seu país de origem.

Apesar de todas as medidas de segurança que se possam salvaguardar, em alguns casos, as viagens aéreas apresentam impedimentos, não sendo indicadas em:

  • Doentes com angina de peito ou com forte predisposição (dor torácica em repouso);
  • Indivíduos com enfarte agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral recentes;
  • Indivíduos com doença respiratória crónica grave e falta de ar em repouso;
  • Hipertensão arterial não controlada.

ARMAZENAMENTO DOS MEDICAMENTOS EM VIAGEM

Em viagem, é importante que os medicamentos sejam transportados em segurança. Para tal, há um conjunto de medidas essenciais que devem ser tidas em atenção:

  • Manter os medicamentos na embalagem original - evita problemas na passagem pela alfândega e facilita a sua identificação em caso de urgência;
  • Transportar todos os medicamentos em bagagem de mão - garante a sua conservação e evita que se percam no caso de atrasos ou extravio da bagagem em viagens aéreas;
  • Nos doentes diabéticos, em viagens de avião, a insulina não deve ser transportada na bagagem do porão. A exposição a elevadas temperaturas negativas desnatura a proteína, inactivando-a;
  • Nas viagen de carro, não colocar os medicamentos no porta-luvas, e no caso de transporte de insulinas, ou de outros medicamentos que devam ser conservados no frio, torna-se aconselhável o recurso a pequenas caixas térmicas.

in "Farmácia Técnica" n. 11 Maio 2007


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